
Dualidades que emergem no tempo e permeiam a história do Espírito Santo. Um Estado marcado pela diversidade dos muitos povos que o formam. São diferenças étnicas, geográficas e culturais, que de tão distintas, se assemelham. Conformes na relação de troca e respeito com a terra estrangeira que adquiriu o papel de lar. Iguais na perseverança e na comunhão social. Diferentes nos costumes, cores e tradições. Diversidades que se mantiveram e se mantêm a base de muito suor, trabalho, lágrimas e memórias que não desejam desaparecer.
O Espírito Santo em Preto e Branco, de Rogério Medeiros, traz à tona essa dualidade inseparável. Uma parte da complexidade do mosaico étnico do Estado se reflete nas imagens aqui apresentadas e sua distinção é harmonizada pelas lentes do fotógrafo. Suas diferenças tão evidentes se apresentam em análogas situações cotidianas. Os negros e brancos retratados são oriundos europeus e de quilombos. Juntos integram os diferentes biótipos capixabas e compõem um painel étnico nacional, sintetizado em um único território.
É a alegria de uma brincadeira, ou a beleza contida no olhar de uma criança. É a descontração das manifestações culturais, que com um pouco de música e diversão tentam abrandar a dureza do dia-a-dia. Ou a sabedoria marcada pelo tempo na pele dos mais velhos. Na mandioca ou no café, as mãos que ajudaram a construir o Espírito Santo. É a família que unida pelo trabalho vence as diversidades, ou a dor da despedida de um ente querido que, de certa forma, sempre iguala a humanidade.
O Espírito Santo em Preto e Branco, de Rogério Medeiros, traz à tona essa dualidade inseparável. Uma parte da complexidade do mosaico étnico do Estado se reflete nas imagens aqui apresentadas e sua distinção é harmonizada pelas lentes do fotógrafo. Suas diferenças tão evidentes se apresentam em análogas situações cotidianas. Os negros e brancos retratados são oriundos europeus e de quilombos. Juntos integram os diferentes biótipos capixabas e compõem um painel étnico nacional, sintetizado em um único território.
É a alegria de uma brincadeira, ou a beleza contida no olhar de uma criança. É a descontração das manifestações culturais, que com um pouco de música e diversão tentam abrandar a dureza do dia-a-dia. Ou a sabedoria marcada pelo tempo na pele dos mais velhos. Na mandioca ou no café, as mãos que ajudaram a construir o Espírito Santo. É a família que unida pelo trabalho vence as diversidades, ou a dor da despedida de um ente querido que, de certa forma, sempre iguala a humanidade.

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